quinta-feira, 21 de julho de 2016

Loverbowie

O Jorge Coelho fez esta brincadeira em 2007 para quem sofrer de dupla nostalgia...
E quando o Bowie foi-se nem me lembrei dela...
entretanto a ilustra foi parar ao livro Loverboy na Feira das Vanessas

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Homenagem a Terminal Tower






Terminal Tower saiu em 2014 e nesse mesmo ano subi o Douro passando por estas construções que evocam a estranheza do livro...

terça-feira, 19 de julho de 2016

Soul Jazz à 'tuga!


A k7 voltou! Ou melhor regressou de vez porque se foi sempre existindo como um formato de oposição  à voracidade dos meios digitais ("googlar", descarregar, ouvir, despejar) para uma música que se pretende melhor e que requer atenção, não se esperava que também fosse usada para reedição de "música antiga" - mas porquê o espanto? Quando a k7 apareceu, não disseram que ia dar cabo da indústria fonográfica porque era um meio fácil de piratear?
O Instituto Fonográfico Tropical é o R.S., um gajo omnipresente em todas as festas e sítios populares (pós-lumpen não hipster, atenção!) e pelos vistos é um coleccionador de música perdida em singles e EPs que já ninguém quer saber. Faz de DJ (ou será unDJ?) por onde o Império Romano passou - ou seja, de Roma a Évora - com estas pérolas "afrosulamericanas". Não está a fazer um trabalho de pesquisa como a Soul Jazz, Soundway ou Awesome Tapes of Africa porque não há materiais de contextualização (fotografias, ensaios, fichas técnicas, etc...). São apenas umas compilações para a malta curtir no auto-rádio - 77,8% dos ouvintes de k7s afirmam ouvir exclusivamente no carro - como naqueles tempos em que se parava numa estação de serviço à cata de uma cena fixe para se ouvir para a viagem.
Ainda só ouvi a de Cumbia e de Coladera, na primeira k7 parte-se a loiça todo com os orgãos ácidos e ritmo de engate barato - destaque para La Chichara de Hugo Blanco! - e na outra curte-se como um doido graças ao Bana, Tubarões e cia - mesmo com o som sujo do vinil que o IFT gamou a malha. Nice!


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Letra para uma banda Crusty

Em Agosto de 2014 escrevi uma letra baseada nesta fotografia:



teu cérebro é anónimo 
fala do Fawkes 
produto Hollywood 
e nada sabes do Moore 

metes a máscara 
armado em anti-capitalista 
palhaço do caralho 
"made in China" 'tá fora da tua vista


O título é P for Punheta... Os FDPDC aceitaram fazer a música mas mudaram a letra por questões de métrica e não sei o quê... Fará parte da colectânea homónima do livro Punk Comix a editar este ano pela Chili Com Carne e Thisco em colaboração com a Zerowork Recordings. Pelo que eu sei, o CD já está gravado... falta o livro! Mais informações por aqui.

Só depois é que me lembrei que afinal é "made in Brazil" e pior é nem me ter lembrado disto:




sábado, 9 de julho de 2016

REVISÃO : Bandas Desenhadas dos anos 70 - lançamento na Feira Morta 9 JULHO Bedeteca de Lisboa, às 16h

Capa de Isabel Lobinho e títulos por João Maio Pinto

2016 marca 40 anos do fim da icónica Visão, uma revista improvável num país com graves problemas económicos mas que se apresentava nas bancas com ar luxuoso, cores ácidas e brilhantes, temáticas políticas e libertárias.

 Quisemos comemorar esta publicação que fez uma ruptura com a BD tradicional portuguesa mas sobretudo recuperar um conjunto de BDs esquecidas dos anos 70 cheias de frescura, rebeldia e prazer criativo, vindas de outras experiências editoriais como Evaristo, O Estripador ou &etc.

Contem com António Pilar, Bruno Scoriels, Carlos BarradasCarlos "Zíngaro", Fernando Relvas, Gracinda, Isabel Lobinho, J.L. Duarte, João Manuel BarrosoNuno Amorim, Paralta & Zé Baganha, Pedro Massano, Pedro Potier, Tito, Zé Paulo (1937-2008), Zepe e ainda António Pinho, Carlos Soares, Jorge Lima Barreto (1949-2011) e Mário-Henrique Leiria (1923-1980) para muita BD psicadélica, urbana, cósmica, mórbida, erótica, pessimista, ácida, crítica, tão ying & yang tal como foi a década de 70 neste país periférico.

Nova paginação! 
Vintage Free! 
Completista!
Uma delícia!!!

«o»

9º volume da colecção Mercantologia 
editado por Marcos Farrajota 
arranjo gráfico de Joana Pires
184 páginas a cores 23,5x34cm
Capa com uma bandana

Após uma apresentação deste livro no Festival de BD de Beja (29 de Maio), 
o livro será lançado dia 9 de Julho, às 16h na Feira Morta 
a decorrer na Bedeteca de Lisboa (Biblioteca dos Olivais).

O lançamento conta com a presença de Marcos Farrajota (editor) e António Pilar, Carlos BarradasCarlos "Zíngaro", Fernando Relvas, J.L. Duarte, Pedro Potier, Zepe (autores) e Ágata Simões (filha do autor já falecido Zé Paulo) no auditório da Biblioteca dos Olivais.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

CIA info 84.1


Novo trabalho que deve sair em Abril num guetho 'tuga de Nova Iorque... Que no fanzine do Gato Mariano afirmou que afinal sai em Julho... Vamos ver se é verdade!

Play a Phil Collins song at me while I'm grocery shopping? Pay me twenty dollars. Def Leppard? Make it a hundred. Miley Cyrus? They don't print money big enough.