quinta-feira, 18 de maio de 2017

MPT 2017


discos
v/a : Mojo Presents Pigs Can Fly (Mojo; 2017)
Van Ayres : Sorry Stars (ed. autor; 2016)
Spectre : The last shall be first (Wordsound; 2016)
Ryuichi Sakamoto ‎: Illustrated Musical Encyclopedia (Virgin; 1986)
Sparks : Kimono My House (Island; 1974)


espectáculos
Billy Wilder : Sunset Boulevard (1950)
Sally Potter : Orlando (1992)
Artistas Unidos : A Estupidez de Rafael Spregelburd (24/01)
Manu Louis + Yves Tumor (Festival Tremor; 8/04)
Bob Fosse : Lenny (1974)


livros
Susan Sontag : Ensaios sobre Fotografia (Quetzal; 2015)
Scott MacDonald : A Critical Cinema 3 - Interviews with Independent Filmmakers (University of California Press; 1998)
Simon Reynolds : Rip it up and start again : Postpunk 1978-1984 (Faber and Faber; 2005)
Carlos García : A Desordenada cobiça dos bens alheios (Antígona; 2002)
Ken Hollings : The Bright Labyrinth - Sex, Death and Design in the Digital Regime (Strange Attractor; 2014)


revistas
Almanac for Noise & Politics 2016 (Praxis; 2016)
Cleópatra (Façam Fanzines & Cuspam Martelos), de Tiago Baptista
Wire
Raw Vision
La Revue Dessinée

quinta-feira, 11 de maio de 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Também eu me rendi à riso

Mais foi porque me obrigaram, mesmo assim obrigado Zaratan!
Vai haver este cartaz em múltiplos assinados, numerados e todas essas paneleirices...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Simon Reynolds : "Rip it up and start again : Postpunk 1978-1984" (Faber and Faber; 2005)

As maiores queixas que fazem deste magnífico livro é que as escolhas de Reynolds são solipsistas, feitas através da sua relação pessoal com esse período de ouro do Rock. Ora bem, entre o enciclopedista chato ou o académico puta, venha o Diabo e escolha. Por mim, um trabalho como este que abrange música tão variada e rica, de PIL a Duran Duran, Gang of Four a Chrome, Joy Division a ABC, 23 Skidoo a Talking Heads, Frankie Goes To Hollywood a Lydia Lunch, etc, etc, é um livro que merece ser lido e celebrado. E claro que o texto deve ser subjectivo. Viva a Humanidade, fora com os robots!
Seja como for, as acusações são injustas, tirando umas quatro ou cinco observações nitidamente pessoais - num livro de 500 e tal páginas - o livro é um trabalho profissional de critica musical, em que Reynolds soube acertadamente ir colocando temas / estilos / formas de capítulo em capítulo com uma cronologia possível, ou apenas uma progressão temporal, tarefa quase impossível quando temos dois países como os EUA e Inglaterra a revolucionar o Pop/Rock cada mês desde a morte do Punk básico dos Ramones e Sex Pistols. Como se sabe a vida e as carreiras de artistas ou das pessoas em geral não são estanques conforme as "grandes datas", Reynolds soube dar bem a volta. Para quem gosta de Rock e perdeu a esperança devido à "retromania" e derivativos deste século, eis seis anos do passado para descobrir e para no final dizer que "já foi tudo inventado" (not!!!).

domingo, 16 de abril de 2017

Ghostalking


Dois carros param no vermelho no meio de um deserto (um semáforo no meio de nenhures já é uma grande cena).  Num dos carros o condutor é um israelita, no outro é um palestiniano. Ficam ali parados, à espera do verde, a ouvir uma versão trip-hop-arabesca de I Put a Spell on You pela maravilhosa Natacha Atlas, talvez a melhor versão de sempre desta emblemática música de Screamin' Jay Hawkins (1929-2000). Reparem como a letra ganha contornos irónicos perante a javardice territorial-política daquela zona: I put a spell on you / Because you're mine / You better stop the things you do / I tell ya I ain't lyin' I ain't lyin' / You know I can't stand it / You're runnin' around / (...) I can't stand it 'cause you put me down / Oh no I put a spell on you / Because you're mine  / You know I love you I love you I love you I love you anyhow / And I don't care if you don't want me / I'm yours right now (...) Esta era a melhor cena do filme Intervention Divine (2002) do palestiniano Elia Sulelman.
Não sei porque raios só gravei metade da banda sonora original, em 2003 (?), para uma k7, toda ela é uma maravilha, ora mostrando alguns clássicos da música árabe como Mohamed Abdel Wahab ou Nour El Houda, novas estrelas Pop como Amr Diab, indies libaneses como os Soapkills ou ainda produtores electrónicos como Amon Tobin, Mirwais ou Marc Collin. Esta grande miscelânea de velho e moderno é uma joia. Compra-se isto nos dias de hoje por 3 euros, vale bem a pena...

sábado, 8 de abril de 2017

Já não fazia isto há muito tempo


Fotos de Vera Marmelo
A dobrar zines... felizmente os putos eram bem fixes e ajudaram imenso!
Zine do Tremor aqui

sábado, 1 de abril de 2017

Não é mentira...


O Seminário Banda Desenhada e Pensamento Político, através de obras de banda desenhada de autores portugueses (preferencialmente) e estrangeiros, procura debater temas e conceitos relevantes de um ponto de vista social e político. Estabelecendo um diálogo entre académicos, artistas, fãs de banda desenhada e público em geral, as sessões tocarão em assuntos como Corpo, Género, Cibernética e Transhumanismo, Cidade e Multidão, Utopia e Distopia, Totalitarismo... 

  Entende-se que a banda desenhada tem sido um meio privilegiado para a abordagem destes temas, muitas vezes de um modo vanguardista, experimentalista e independente, jogando com as potencialidades e limitações do próprio meio. Com este Seminário, que junta unidades de investigação da FCSH/UNL, UAc e FLUL, pretende-se valorizar a banda desenhada enquanto matéria susceptível de reflexão académica.

No dia das mentiras, entre as 16h e as 18h, na Zaratan (Lisboa) acontece a quinta sessão com o tema Cidade e Multidão com as participações de António Baião (moderação), José Smith Vargas e Marcos Farrajota.

domingo, 26 de março de 2017

Arto Paasilinna : "As dez mulheres do Industrial Rauno Rämekorpi" (Relógio D'Água; 2010)

O livro em português que me faltava deste escritor finlandês! Sempre naquela promoção de 5 paus na Feira do Livro de Lisboa. Parece-me que este é o livro que acusam Paasilinna de porco sexista porque mete um capitalista (um empresário é um capitalista?) a foder dez mulheres em 24 horas (!). Um proeza digna dos 12 trabalhos de Hércules e sendo um trabalho de 2001 de certeza que há aqui uma sátira ao Viagra - criado ou autorizado anos antes, em 1998. Nem é bem "foder foder", algumas mulheres que o inDUSTrial visita não acontece cópulas substituindo por alguma candura e amor. Elas ao saberem das demasiadas visitas do maroto SEXagenário vingam-se na sua segunda ronda de visitas que realiza nas festas de final de ano.
Numa era P.C. é um livro que pode ser realmente mal entendido mas é estranho que mesmo que o velho Rauno seja um porcalhão (é um coche, admito) é ainda mais estranho as pessoas achem que as personagens de um escritor tenham de ser necessáriamente os seus avatares tout-court. Não poderá um escritor pôr-se na pele do lobo, sendo ou não ovelha? Fingir-se ser um cabrãozinho? Ou será inveja do público conservador terem de admitir que os velhos gostam de pinar e que tem as mesmas fantasias de predação sexual do rapazito cheio de vigor?
Este livro não é impressionante como o esqueleto do César Monteiro na cena de cama d'As Bodas de Deus porque Arto faz o de sempre com boa disposição, ou seja, mostrar o estado da situação da sociedade finlandesa. O leitmotiv pouco importa aqui mas realmente falta-lhe a extravagância dos excursionistas suicidas ou do protector anarquista da lebre. Por mais Viagra que tenha tomado para escrever este livro, ele saiu frouxo...

sexta-feira, 24 de março de 2017

Jim DeRogatis : "Milk It!: Collected Musings on the Alternative Music Explosion of the '90s" (Da Capo Press, 2003)

 Eis um livro que tem o não-sei-o-quê de vulgaridade e até o Steve Albini avisa num texto que o autor, o jornalista DeRogatis é capaz de divulgar farsolas como os Urge Overkill invés de coisas realmente novas ou que valem a pena. Folheando o livro topa-se à distância nomes consensuais do que foram os 90s: Nirvana, Courtney Love, Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Mudhoney, R.E.M., U2, Jesus Lizard, Tori Amos, Ride, Jon Spencer's Blues Explosion, Flaming Lips, Ween,... enfim, isto mais ou menos e por esta ordem de importância. O retracto da década está mais ou menos correcto e o perfil dos seus intervenientes também, sem que o "fairplay" - que publica a diatribe com Albini - do autor seja mundano. DeRogatis é acima de tudo um jornalista e se ele muda de opinião, como crítico, uma vez ou outra sobre uma ou outra figura, percebe-se porquê. Porque as confrontou sem aquela atitude bovina do escritor Pop/Rock (como acontece com a nossa imprensa musical), porque foi incisivo nas grandes questões de ética e de negócio ou porque discutiu na cara a incapacidade de alguns músicos serem mesmo do Rock - e o que é isso de ser do Rock? Algures, a filha de Kurt Cobain e Love tem a resposta: "o rock dura mais tempo, pop não dura muito", certo...
Tal como os Bestiários do Camarada REP, Milk it! é uma colectânea de escritos, artigos, resenhas e entrevistas entre 1990 e 2001 apanhando uma década em que pareceu ser tudo possível (outra vez) como ter uma pose genuína de anti-heróis do Rock (todos os músicos antes do suicídio de Kurt), a batalha dos Pearl Jam versus a monopolista vendedora de bilhetes Ticketmaster (boicotem! não é só a MacDonalds ou a Padaria Portuguesa que merecem boicote!) ou ouvir na rádio comercial três ou quatro temas seguidos de bom Rock (caralho! já foi possível!!!). E claro, também são mostradas as falhas e os paradoxos como os dois Woodstocks exploratórios, as multinacionais a riparem o que podiam das bandas ou do público ou como uma banda que se diz revolucionária como os Rage Against the Machine sempre fez parte da máquina (editados pela Sony), a falta de ética do jornalista que escreveu a biografia (mais ficção que outra coisa) do Marilyn Manson, etc...
O livro é bom no espectro que pretende abordar, mesmo que o seu design seja medíocre e que não se leia nada de novo ou que já não se saiba, há pelo menos uma construção metódica para perceber quais as bandas que valia ou valem a pena ouvir e conhecer e quem é a maralha oportunista.
"Alternative Music" significa Rock e Pop porque Electrónica (um género que também deu uma grande explosão nessa década) significa neste livro apenas três nomes: Kraftwerk, The Orb e Aphex Twin. Albini tinhas razão... como sempre!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fantasma Colonial


Depois do Jarno e da Tea, sou outra vez representado por um autor finlandês, desta vez pelo grande Marko Turunen que usa o meu nome e do Pedro Moura para contar através do seu avatar Fantasma Colonial - in Vies de Marko Turunen - as suas aventuras lisboetas em 2005 quando visitou o saudoso Salão Lisboa... Não é BD, é um texto com algumas ilustrações mas ainda assim devo ser o português mais representado na Finlândia, facto tão importante como a bibliografia do José Luís Peixoto...

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Este tipo tem 68 anos e continua a fazer coisas tão interessantes.

A bela frase do título deste "post" é uma declaração do David Fonseca numa entrevista no último número da revista Blitz.
Pois é, Fonseca, o David Bowie tinha 68 anos e continuava a fazer coisas interessantes, ao contrário de ti que não deves ter mais de 40 e precisas de o vampirizar (camuflado de homenagem oportunista) para venderes discos com os teus outros amiguitos nulos que tal como tu nem fazem nada de interessante como não têm ideias...
Admiram-se por estar aqui a falar do Blitz? É razão para tal porque esta foi a quarta vez que comprei a "revista-ex-jornal" desde que surgiu nesta fórmula editorial em 2006. Acho que comprei os dois primeiros números por hábito de consumo do jornal semanalmente. Ao segundo número irritei-me e deixei de comprar esta trampa.
Passado mais de 10 anos, nada mudou, a revista continua a ser uma bosta de velhice burguesa que é constrangedora. O motivo de ter comprado este número? O CD dedicado à Ama Romanta que nada adianta para os colecionadores anais que tem toda a discografia alguma vez produzida em Portugal (não é o meu caso mas conhecia a maior parte do material editado) mas é um bom serviço público de divulgar o que foi a mais emblemática editora fonográfica independente nacional dos anos 80.
Com muita vergonha comprei esta publicação com a capa da banda mais nojenta do mundo - meu, se o Trump os bombardeasse até eu votaria nele nas próximas eleições (oh yeah!). A outra vez que comprei a revista foi também graças a um CD e um Canibal na capa porque de resto os discos que acompanham tem sido do pior, ou xungaria ou velhotes que ao contrário do Bowie já não tem nada para oferecer ao mundo a não ser velhas glórias. Poderiam acusar de que este CD - Ama Romanta : 1986-1990 : uma História Divergente - também poderia estar neste grupo das velhas glórias para nostálgicos mas ouvir Sei Miguel ou Mão Morta passados 30 anos garanto-vos que ainda não entraram no registo datado nem as suas produções mais recentes ao contrário de tudo mais que se produz no pop/rock português ou o que é divulgado pelo Blitz. De resto a entrevista a João Peste é suficientemente demolidora face à situação...
Futuro da revista? Só a coluna do Dr. Bakali que mesmo nos tempos do formato jornal divulgava tanto fanzines de BD como alta-tecnologia. Hoje continua ser a única voz na revista com um pingo de sanidade, inteligência, cosmopolitismo e contemporaneidade, tarefa nada fácil nos tempos do pós-modernismo e nostalgia pechisbeque.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

CIA info 82.3



A minha BD Arabyon Ana vai ter uma versão castelhana!
Já foi publicada numa antologia da Alt Com e na Pangrama e agora segue para o Arròs Negre... e com mais uma cor... Parece que já saiu, passado dois anos de espera... 
Agora espero os meus exemplares, caramba!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

CIA info 85.6


A fazer uma t-shirt para uma banda punk, os Systemic Viølence... Os punks preferem cães, não curtem gatos nos seus "visuais" e vou ter de mudar para... porco! Um porco bófia com um A.C.A.B. no boné! Não era melhor T.B.S.C. (todos bófias são cabrões)?
...
Enquanto desenho o porco-cabrão-bófia-morto, este gato foi para um fanzine chamado Olho do Cu... I shit you not!!!

E eis o Porco Morto!
Die like a pig!!!


que deverá ficar assim na t-shirt:


But wait! Acho que será também para um disco, patch, vídeo e o catano... foi o que me disseram, nem sei se deva acreditar... Um split com Dokuga para sair em Barroselas MetalFest, nem acredito!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Manuel João Vieira : "Só desisto se for eleito" (Artemágica; 2004)

Eis o livro que é uma paródia artística, social e política do artista "homeostético" Manuel João Vieira, mais conhecido por ser músico dos Ena Pá 2000 e Irmãos Catita. Se ele tivesse levado a sério (mas a brincar) poderia ter antecipado o Trump a 15 anos de diferença!!! Portugal poderia estar na vanguarda política - embora esteja se formos a ver bem, temos a "geringonça" de Esquerda enquanto que o resto do Mundo está a virara à Direita fascista. Ainda por cima com as vantagens sobre Trump é que o machismo de Vieira é proto-feminista, o ser alcoolismo é pseudo-abstémio, a sua alimentação omnívora é pós-vegetariana, o seu conservadorismo é vanguarda do catano, além de que de longe que Vieira seja monossilábico, pelo contrário é polígamonossilábico! Teria sido o primeiro Presidente do mundo reaccionário aberto. Um verdadeiro político Ying / Yang da escola de pensamento Hon-Hin-Hom.
Como é bem dito sobre este livro, Vieira concebeu em 2002 a sua maior (...) obra de arte pública: candidatou-se a Presidente da República de Portugal. Uma candidatura firme assente numa campanha completa - teve tempo de antena televisivo, radiofónico e na imprensa; percorreu Portugal de lés-a-lés; discursou de varandas e palanques; escreveu reivindicações; teve seguidores. Só desisto se for eleito é a reunião de textos, desenhos, fotografias, cartas, situações vividas, enfim, de um sem número de manifestações do povo português que nestes meses reagiu surpreendentemente.
Se a partir de hoje começa a luta contra a Grande Puta na gringolândia, é preciso estar atento que à nossa porta estão outros parecidos com ele pela Europa fora e nunca se sabe quando aparece um bardamerdas mais carismático que o António de Sousa Marinho e Pinto.
Um bom livro para relembrar que no tapete da Democracia tudo é possível por isso nunca se pode dormir sobre ele com o risco de ser-se pisado pelos porcos. Obrigado Dr. Gamão por esta literatura tão necessária para descomprimir da época natalixa.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Flyers para hoje para anunciar 13 de Abril


Hoje no Disgraça há concerto de Traumático Desmame, o Dr. Gamão vai atirar flyers para anunciar o concerto final da banda após 10 anos de actividade que será dia 13 de Abril e contará com lançamento (editorial, não lançamento físico de objectos) da segunda e última k7 da banda pela Dissiociated, MMMNNNRRRG e Poço Discos.
Flyers feitos com imagens de arquivo da banda que não estivessem muito pixelazidas (é incrível isto!) feitos de um dia para o outro como manda a regra punk!

sábado, 31 de dezembro de 2016

1666


1. Histórias Com Tempo e Lugar : Prosa de Autores Austríacos (1900-1938) (Europa-América; 1980?)
2. Ho99o9 (Milhoes de Festa 2016) {foto}
3. Amir El-Saffar : Crisis (Pi; 2015)
4. Frantz Fanon : Os condenados da terra (Letra Livre; 2015)
5. Umberto Eco : O Pêndulo de Foucault (Difer; 1989)
6. Heta-Uma / Mangaro (Le Dernier Cri + MIAM; 2015)
7. Clipping : CLPPNG (Sub Pop; 2014)
8. Franky et Nicole, vol. 3 (Les Requins Marteaux; 2015)
9. Zeal and Ardor : Devil is fine (Reflections)
10. Jonathan Lethem : The ecstasy of influence : a plagiarism mosaic in Sound Unbound de Paul D. Miller (MIT; 2008)
11. Balani Show Super Hits - Electronic Street Parties From Mali (Sahel Sounds; 2014)
12. David Collier : Chimo (Conundrum; 2011)
13. Posy Simmonds : Gemma Bovary (Pantheon; 1999)
14. DJ Balli (Damas + Disgraça; 10-11 Março) + Apocalypso Disco (Agenzia X; 2013) + Frankenstein Goes to Holocaust (Agenzia X)
15. Timothy Leary : Chaos & Cyberculture (Ronin; 1994)
16. Edgar PêraO Espectador Espantado (Bando à Parte)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Negative Born Killers na Stress FM


Eis o podcast da "gracinha" transmitida por rádio em linha Stress FM - e "à antiga" na linha de Cascais através da sede da SMUP (Parede) em o 88.3 - no passado dia 5 de Dezembro.

Voltei a fazer a graçinha que fiz no dia 4 Maio no Republica Caffe Bar em Viana do Castelo, ou seja recriar a banda sonora de Negative Born Killers! Livrinho de BD inserido na colecção O Filme da Minha Vida da Associação Ao Norte que lança o repto a autores portugueses de BD para criarem um mini-álbum inspirado num filme que tenha deixado marcas nas suas vidas.

Como sabem, a minha escolha recaiu sobre o Natural Born Killers de Oliver Stone, não pelo filme mas pela banda sonora criada por Trent Reznor (dos Nine Inch Nails). Assim sendo fiz um set a tentar invocar a narrativa sonora criada por Reznor mas sem as mesmas músicas. Porquê? Porque não tenho os mesmos discos nem os diálogos do filme. Nesta caótica sessão houve música de Nusrat Fateh Ali Khan, Diamanda Galas, Human League, Scott Walker, Soul Warrior Lard e muitos outros... convence?