sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Fuck MAGA!



MAKE LIFE GREAT AGAIN

Exposição de BD na GALERIA MUNDO FANTASMA
de 2 a 31 Dezembro 2017

As bandas desenhadas do finlandês Tommi Musturi são quase sempre mudas (sem texto) e de uma comicidade camuflada. Acima de tudo é um humanista que apresenta o seu mundo e as suas personagens de todos ângulos de forma a girá-los num círculo em que a verdade apresenta-se sempre em mutação. No ano de 2011 ganhou o prémio principal da BD finlandesa, Puupäähattu, pela Sociedade Finlandesa de BD. Os seus trabalhos tem sido exibidos e publicados em mais de 10 países - como o The Books of Hope editado pela importante Fantagraphic Books.

O autor estará presente no Porto, para inaugurar uma exposição de originais de BD e outras imagens na galeria da Mundo Fantasma no dia 2 de Dezembro, às 17h. E se a exposição estará patente ao público até ao último dia do ano, já a instalação THE WALK terá apenas três dias de existência no C.C. Cedofeita durante o ZineFestPt a decorrer de 1 a 3 de Dezembro.

No dia 3 de Dezembro pelas 17h, OUT OF MIND, conversa com o autor também no ZineFestPt.

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Tommi Musturi nasceu em 1975, é um dos autores mais excitantes num país onde onde surgem dezenas de autores excitantes! Desde miúdo que é um activista, começou por editar nos anos 90 singles de Noise Rock e zines de BD sob a chancela Boing Being, em que se destaca a antologia Glömp cujo último número explorou narrativas em três dimensões - número experimental, luxuoso e basilar que teve direito a uma exposição que passou pela Bedeteca de Lisboa em 2009.

Apesar de viver em Tampere é um dos elementos mais activos do atelier Kuti Kuti (de Helsinquia) que edita o muy psicadélico jornal de BD Kuti - um caso único no mundo, diga-se de passagem. No caso português participou nas antologias Quadrado (3ª série, Bedeteca de Lisboa), Mesinha de Cabeceira Popular #200 e no MASSIVE - ambas da Chili Com Carne. Foram também publicado os livros To a stranger (Opuntia Books; 2010) e Beating (MMMNNNRRRG; 2013) dedicados à sua obra gráfica. Já nos visitou várias vezes entre elas na Feira Laica na Bedeteca de Lisboa (2009) e no Festival de BD de Beja (2014).

Os livros Caminhando Com Samuel e Simplesmente Samuel, com edição em nove países, têm lhe granjeado fama internacional, sendo que o primeiro título foi uma das obras seleccionadas para o livro de referência 1001 Comics you must read before you die.

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Uma organização Mundo Fantasma / MMMNNNRRRG, com o apoio do Finnish Literature Exchange.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Rave Comix

A BD demorou 40 anos a chegar ao automatismo (obrigado Robert Crumb e Moebius por terem tomado drogas!), ”andou às aranhas” com a autobiografia ou à auto-representação do autor, jornalismo, ensaio e crónica e uma eternidade no que diz ao respeito institucional. Não podemos ficar de fora, não podemos deixar que os DJs roubem todo o bolo! Preparem lá essa tesoura e cola! Melhor ainda… saquem lá o Photoshop! 

É um pássaro?
É um avião? 
Não! 
É o Samplerman!!!

Ladrão que rouba ladrão, mil anos de perdão!



Formato A5. 100 páginas, Quatro cores. 
Capa mole com verniz localizado

Uma co-edição da MMMNNNRRRG com a Kuš! e Ediciones Valientes

FEARLESS COLORS compila algumas das melhores páginas de BD que Samplerman produziu entre 2012 e 2015. Pode-se dizer que elas fazem homenagem aos "comic-books" norte-americanos dos anos 40 e 50, sendo misturados tal como uma viagem de um DJ a realizar o que Marcos Farrajota intitulou de Comix Remix - artigo escrito originalmente para o jornal finlandês Kuti e entretanto acessível em várias línguas: português no blogue da Chili Com Carne, em francês no livro Metakatz, alemão no sítio Drei Mal Alles e em sueco na revista Sekvenser.

Atravessando géneros clássicos como o romance cor-de-rosa, o policial, a ficção científica e o terror, algumas das páginas tanto se identifica excertos de Fletcher Hanks como o "Samplerman original": Ray Yoshida. Violência, acção, disparos, naves espaciais, micróbios e bactérias, corpos mutilados são remontados numa colagem fractal que nos possibilitam novas formas de narrativas e leituras. 

Por detrás de um super-heróis há sempre o alterego. Neste caso de Samplerman esconde-se o desenhador francês Yvang. Começou com a experiência Samplerman em 2012 através do tumblr ZDND (La Zone De Non-Droit) juntamente com o irrequieto Leo Quievreux, tendo contaminado a web desde então. Participou em várias publicações como a š! (Letónia), Off Life, Smoke Signal, Ink Brick, Lagon, The Village Voice e Scratches. A solo sairam os seguintes livros: Street Fights Comics (ed. de Autor, 2016), Miscomocs Comics (Le Dernier Cri, 2017), Samplerman (Secret Headquarters, 2017) e ilustrou ao LP colectênea Intrepid Curves #18 da Vinyl Moon. 

FEARLESS COLORS é o livro que colecciona a maior parte do seu trabalho. 
Vai dar que falar!!!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lá fora com os fofinhos



Mariana Pita transforma o ordinário em extraordinário. As suas histórias são sobre pequenas aventuras e dias de praia onde situações e personagens familiares se misturam com pormenores estranhos e inesperados. Lá Fora com os Fofinhos é como um sonho que distorce memórias de verões passados. 
- Joana Estrela

Ler o trabalho de Pita é como ter um daqueles sonhos em que tudo é perfeitamente normal e completamente surreal ao mesmo tempo. Enigmáticas e doces, estas bandas desenhadas vão avançando de forma incerta conduzidas pelo movimento do desenho. Uma força misteriosa em acção! 

- Disa Wallander



Co-edição Chili Com Carne + O Panda Gordo com o apoio do IPDJ

112p. a cores, em papel Inaset de 100 g/m2. (48p com menos 1 cm de largura no miolo), capa a cores em papel Inaset de 250 g/m2

Lá fora com os fofinhos compila várias BDs de Mariana Pita entre 2013 e 2017, algumas publicadas em vários fanzines e na Internet, outras não...
Algumas BDs estão em inglês com legendas em português e vice-versa


à venda na loja virtual da Chili Com Carne, BdMania, Mundo Fantasma, Linha de Sombra e em 2018 na FNAC e Bertrand






MPT 2017


discos
Karlon : Passaporti (Fazuma; 2016)
K-X-P :  III part II (Svart; 2016)
10 000 Russos : Distress Distress (Fuzz Club)
DJ Zoologist : The Animal Musicians (Urbsounds)
Van Ayres : Sorry Stars (ed. autor; 2016)

espectáculos
Billy Wilder : Sunset Boulevard (1950)
Sally Potter : Orlando (1992)
Artistas Unidos : A Estupidez de Rafael Spregelburd (24/01)
Manu Louis + Yves Tumor (Festival Tremor; 8/04)
Valerio Zurlini : O Deserto dos Tártaros (1976)



livros
Alberto Manguel : A Biblioteca à Noite (Tinta da China; 2016)
Jesse Jacobs : They Live in Me (Hollow Press)
Susan Sontag : Ensaios sobre Fotografia (Quetzal; 2015)
Ulli Lust : Hoje é o último dia do resto da sua vida (Martins Fontes; 2015)
Asper Jorn : A Roda da Fortuna (Frenesi; 1996)

revistas
Almanac for Noise & Politics 2016 (Praxis; 2016)
Cleópatra (Façam Fanzines & Cuspam Martelos), de Tiago Baptista
Wire
Raw Vision
La Revue Dessinée

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Nunca confiar nos aústriacos


É uma nação de gente estranha, soturna e desviante. Bem que íamos bem cagadinhos de medo quando entrámos nos portões da Schaumbad na tournê Boring Europa... Nem me lembrava destes austríacos Fetish 69 que ouvia nos tempos da universidade senão nem tinha lá posto os pés. 
Nos anos 90 e até agora só ouvia este álbum, o Antibody (Nuclear Blast; 1993), que era o pão de cada dia já que era doido por Ministry, Malhavoc e afins. Redescobrindo o álbum, continua a ser brutal apesar da fórmula já ser agora bastante conhecida: Metal & Industrial de mãos dadas com temas rápidos e pujantes como Hyperventilator e Stomachturner (que por si só valem pelo CD todo) e com tortura lenta como o tema Anti Body. Ao longo da carreira da banda até 2003 o estilo de música foi se "trip-hopando" e que não está mal de todo pelo que ouvi nos "youtúbaros". Será que a versão do excelente tema Being boiled dos Human League já eram uma piscadela de olho para essa evolução? Em 1993 ninguém sabia, claro, coo ninguém sabia da família Fritzl...

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Cinzas de artista

foto de Joana Pires

Até ao final desta semana está patente a exposição Quatro Elementos na Galeria Municipal do Porto que congrega pintores, escultores, desenhadores, videoartistas, músicos e outros artistas num diálogo com a obra de Sophia de Mello Breyner Andresen (…) Comissariada pela Câmara do Porto, Quatro Elementos é a terceira exposição do ano na Galeria Municipal e encerra com o Fórum do Futuro, em Novembro. Até lá, propõe um discurso a quatro vozes sobre um tema simultaneamente transversal à obra de Sophia e ao debate que vincula a edição deste ano do Fórum: o Planeta, todos os seus elementos, e a forma como a humanidade neles se inscreve na contemporaneidade.

Os quatro elementos são os quatro curadores convidados para desenvolver o projecto expositivo. São também o Fogo, a Terra, o Ar e a Água. A cada curador, o seu elemento: Fogo – Pedro Faro, Terra – Eduarda Neves, Ar – Nuno Faria e Água – Ana Luísa Amaral. De realçar que nestas exposições encontram-se trabalhos do Rudolfo com o seu Musclechoo / Trump Card – a única BD da exposição - mas também uma coisa (instalação? escultura? que porra é esta?) em que cinzas de tabaco fumadas por mim e outras pessoas estão lá nuns cinzeiros à lá "Merda D'artista"... 
De entrada livre, Quatro Elementos fica patente até 12 de Novembro e pode ser visitada de Terça-feira a Sábado, entre as 10 e 18 horas, e aos Domingos entre as 14 e as 18 horas. Durante o período da Fera do Livro do Porto, até 17 de Setembro, o horário é o seguinte: Domingo e Segunda-feira – entre as 11 e as 21h30, de Terça a Quinta-feira – entre as 10 e as 21h30, Sexta e Sábado – entre as 10 e as 23h.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

sábado, 21 de outubro de 2017

25 anos



Amanhã, o Mesinha de Cabeceira faz 25 anos de existência!

E não irei fazer nada ao contrário ao que aconteceu há 5 anos atrás que foi um sucesso (a exposição e o número especial)... ainda pensei em fazer um número especial com uma nova BD do Nunsky em papel jornal e grátis. Procurei publicidade e todas as empresas estão viradas prá 'net. Olha, fodam-se com ela, um dia vão perceber que nem tudo é écrans.

Amanhã se forem à RAIA faço descontos nos "Mesinhas", operaçãozinha capitalista miserável bem sei, é o que é possível fazer mas quando fizer 30 anos é que vão ver!!! (é tanga, acho que me vou esquecer de comemorar, whatever...)

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Suomi Ramp




Reza a lenda que o baterista desta banda está sempre a mudar, seja em disco seja ao vivo, só se mantêm os gajos das máquinas, o "k" e o "p". Soletrem lá: K X P, K-X-P, KXP... Foram uma bela de uma descoberta no Tremor estes finlandeses. Disfarçados em capuzes à druída (obrigado sunn0))) por teres massificado essa ideia) o trio lá tocou um Techno / Electro anacrónico mas com um pingo qualquer de magia que convence a mexer a anca. E mais estranho ainda, a ouvir intensamente em casa, em "repeat" até os dois CDs III part I (2015), III part II (2016) e o mini-LP The History of Techno (2014), todos da respeitável editora Svart.

The History of Techno será o discos mais sóbrio e direccionado de todos, há quase ausência de vozes e é muito contido. Se é para fazer um disco de dança, o objectivo é completo, isto poderá ser a Rave music depois da bomba. "A primeira parte" de III é o menos convincente a roçar algum azeite Electro-trólóró, anda aos trambolhões apesar de algumas boas faixas. Já "a segunda parte" talvez um bocado mais Pop e como tal orelhuda, atraente e viciante. Ou então, o disco consegue criar mais micro-universos de faixa em faixa de modo a criar uma viagem mais dramática e memorável. Ou então, é mesmo porque embirrei com este e não com o "primeiro". Analiticamente eles não serão muito diferentes entre eles, o que leva a achar o "segundo" melhor, realmente? 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Vanguarda onde andas?


Ninguém sabe responder à pergunta mas os Metaleiros sabem! (Não, não sabem!) O que interessa aqui é saber em 2017 se há alguma revista de Metal que não seja uma granda seca. Eis que apareceu pelos press-centers do país a revista inglesa Heavy Music Artwork dedicada à Arte (visual) no mundo do Rock Pesado. Por acaso, em contraponto, até é levezinha nos textos e tem muita imagem para adorar. A vantagem é que selecciona só os monstros relevantes (Skinny Puppy? Sim senhor!!!) e não temos de ler mil e um resenhas e entrevistas de merda como nas outras revistas do género (Metal). As entrevistas aos ilustradores / artistas na realidade são tão más como as entrevistas sempre iguais dos músicos a bandas (nesta e noutras publicações), também eles se repetem em lenga-lengas em versão artista, tipo "as bandas muitas vezes não tem um conceito para a capa, eu discuto com eles, leio as letras, bla bla bla..." Mas, pá! Curti a revista!
Já agora, considerando a falta de cultura visual e bom gosto (uma coisa implica a outra) da cena portuguesa aconselho as bandas a fazerem a assinatura da revista para não massacrarem os artistas quando os abordam para as capas dos seus discos sucedâneos - ou até para os editores fonográficos e editores de revistas piegas. Ah! Sim, o tema do último número era "vanguarda", sem comentários.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

CIA info 82.5



A minha BD Arabyon Ana teve uma versão castelhana! Já foi publicada numa antologia da Alt Com, na Pangrama e no Free Dub (...), é agora publicada no número 6 do Arròs Negre... e com mais uma cor, espera, não publicaram a versão a cores! 
Nunca acreditar num espanhol, nunca! 
E sim, passaram-se dois anos à espera. Bom, pelo menos está com muito bom aspecto!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O Santuário de Fāṭimah


Mdou Moctar : Afelan (Sahel Sounds; 2012)

Há uma idade em que um gajo fica com menos energia mas há música calma chata e outra que é calma e estimulante. Há um cliché enorme da beleza dos Blues do Sáara. Há uma ideia Ocidental que as músicas dos outros povos - do Terceiro Mundo - é sempre bonita e cheias de boas intenções. Moctar pode estar a dizer que os portugueses são uns idiotas (o que é uma verdade pouco ofensiva, diga-se) mas um gajo papa esta música sem perceber pevas. Ela é feita em ambiente de volta da fogueira com uma festa para acontecer... Não a sério, este disco é bonito, fofinho e aconchegante. Perfeito para a noite de verão, fim de verão e até na noite de inverno, ao contrário da música ocidental que cada vez mais é histriónica pela overdose de açucar digital e café plastificado.
Como é bom voltar a casa depois de um dia de stress e ouvir este LP e ler o Albert Cossery!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

CAPAM


Comecei uma colaboração com o mítico jornal A Batalha com uma tira que divulga "Artes Modestas" (Hervé Di Rosa dixit). A tira intitula-se Centro Anarquista Portuguesa de Artes Modestas. O jornal custa 0,70 cêntimos por isso quem quiser acompanhar este trabalho que faça assinatura da publicação porque não será colocada em linha. Os anarquistas agradecem...

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Diplo Farrajota

A minha resposta, em BD, à edição portuguesa do Le Monde Diplomatique, às questões sobre os intelectuais devem ou não intervir civicamente em nome de uma causa... Já está à venda nas bancas mais civilizadas do país.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Rui Eduardo Paes : "Orelha Perdida de Van Gogh : música e Multimédia" (Hugin; 1998)

 E passados seis anos finalmente encontrei a Orelha Perdida de Van Gogh (ó ironia de frase), o livro que me faltava do Rui Eduardo Paes, o seu segundo título da "fase Hugin". Demorou mas como ainda há livrarias à séria nesta Lisboa Disneyficada - chama-se Linha de Sombra e fica dentro da Cinemateca, passe a publicidade merecida.
Neste livro temos como sempre o REP sempre em grande forma e indo a tudo e a todos - Marilyn Manson incluído - sem pestanejar, do Noise ao Jazz, do Improv ao Rock... Estou tão contente de ter a bibliografia do "maior crítico de música" em Portugal. O que soa a uma bazófia brouhaha para vender livros mas não, este é o gajo que escreve com bravura, inteligência e amplitude para todos que gostam de música. Os outros é que são babelas, cãezinhos das editoras, das circustâncias e favores sociais. O REP é que é!
Raios! Devia ter esperado a leitura disto antes das férias...

domingo, 2 de julho de 2017

Assembleia Punk no passado dia 30 de Junho no DISgraça

foto: so_what_saloon

+ aqui
livro à venda aqui - metade dele já foi...

sexta-feira, 30 de junho de 2017

conversa fiada, jantarada vegan e barulho na DISgraça



Nesta festa contem com:

- Exposição "Collages" de João Francisco.

- Conversa com os autores do livro-duplo Corta-E-Cola / Punk Comix, Afonso Cortez e Marcos Farrajota com as intervenções de:

| José Nuno Matos foi vocalista de uma banda chamada Croustibat. Berrava mais que cantava. Hoje em dia é investigador na área da sociologia.
| Diogo Duarte toca e tocou em bandas, organizou concertos e escreveu em fanzines. Dificilmente alguma delas figurará numa história do punk-hardcore em Portugal. Iniciou recentemente um projecto de investigação sobre subúrbio, hardcore e straight-edge no Arquivo.pt . É co-autor do blog A Queda.
Nônô Noxx é fotógrafa, tradutora, crítica de música, operadora de imagem e co-apresentadora do programa Made of Things. Membro de colectivos anarco-feministas para além de fazer chorar os punks com a sua banda Malaise.

- Concertos de:

Presidente Drógado nem é presidente nem é drogado, é um gajo que se fosse presidente metia-se nas drogas. Está em alta neste ano em que lançou um vinilo com o melhor artwork de sempre e um tema na colectânea Punk Comix. Promete nesta noite apunkalhar o seu Folk sobre o que interessa na vida...

Scúru Fitchádu ("Escuro cerrado" em crioulo Cabo-verdiano) é o projecto a solo de Sette Sujidade, nascido em 2015 na margem sul. As influências directas de Tricky, The Prodigy, Bad Brains, Atari Teenage Riot, Ratos De Porão ou Tom Waits coabitam com os tradicionais colossos do funaná, Bitori Nha Bibinha, Codé di Dona ou Tchota Suari. Funana, Bassmusic, Punk Hardcore e Metal desaguaram naturalmente nesta sonoridade ao som da concertina e do ferro. O primeiro EP auto-intitulado no Verão de 2016 e prevê-se edição física para breve.

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Na Disgraça - Rua da Penha de França, 217B.